Diabetes tipo 1 é tema da Tribuna Livre

Na manhã e tarde desta terça-feira, 7, a Câmara Municipal realizou a 12º sessão ordinária do ano, a primeira de abril.

O encontro contou com a participação de 16 parlamentares que apreciaram as seguintes Matérias da Ordem do Dia:

Projeto de Lei nº 7 de 2025, de autoria da vereadora Maria Cecília, que dispõe sobre o incentivo de cooperativismo feminino na zona rural, em parceria com instituições públicas e privadas, e dá outras providências. Aprovado por 16 votos.

Projeto de Lei nº 48 de 2026, de autoria do vereador Sargento Oliveira, que modifica a denominação da Rua “F”, localizada no Bairro Rio Negro, para Rua Alex da Silva Borges. Aprovado por 16 votos.

Projeto de Lei nº 49 de 2026, de autoria do vereador Sargento Oliveira, que modifica a denominação da Rua “E”, localizada no Bairro Rio Negro, para Rua Maria Divina da Silva Borges. Aprovado por 16 votos.

Projeto de Lei nº 54 de 2026, de autoria do vereador Sargento Oliveira, que modifica a denominação da Rua G localizada no Bairro Rio Negro a qual passa a denominar-se Rua Clarindo Gomes de Sousa. Aprovado por 16 votos.

Projeto de Decreto Legislativo nº 17 de 2026, de autoria do vereador Giulliano Tibá, que concede Diploma de Honra ao Mérito ao Diretor da UPA na pessoa do senhor Rodrigo Machado de Araújo e equipe. Aprovado por 16 votos.

Projeto de Decreto Legislativo nº 18 de 2026, de autoria do vereador Paulo do Vale, que concede Diploma de Honra ao Mérito ao Excelentíssimo Senhor Subtenente Ulisses Oliveira Duarte. Aprovado por 16 votos.

Veto nº 126 de 2026, de autoria do Executivo, que encaminha mensagem com as razões de Veto Total à Proposição de Lei n°. 03, de 10 de fevereiro de 2026. O veto do prefeito foi rejeitado por 16 votos.

Tribuna Livre

A convite do vereador Levi Siqueira, Márcia Almeida participou da Tribuna Livre para falar acerca do diabetes tipo 1. Ela que é mãe de uma jovem de 16 anos que tem a doença e que representa várias outras famílias que passam pela mesma situação.

O diabetes tipo 1 é uma doença crônica autoimune na qual o sistema imunológico ataca as células do pâncreas, impedindo a produção de insulina. Afeta cerca de 1 milhão de brasileiros, sendo comum em crianças e adolescentes. O tratamento exige aplicação diária de insulina, controle glicêmico e estilo de vida saudável. Complicações comuns: cegueira, insuficiência renal, amputação, formigamentos e problemas cardíacos.

Estou aqui para dar voz a tantas pessoas. O diabetes tipo 1 não tem cura, é uma herança genética. O tratamento é difícil, com várias picadas ao longo do dia para controle dessa enfermidade. Esse controle é muito importante para tomarmos decisões. De acordo com a glicose no sangue naquele momento, é possível saber a dose certa de insulina. Para o tratamento mais eficaz, o ideal seria que o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibilizasse o aparelho FreeStyle Libre para todos que têm diabetes tipo 1. Ele é um sensor que fica no braço e mede a glicose 24 horas por dia, extrai uma planilha e já manda no celular, e em cima desse gráfico, ajuda no controle glicêmico, evitando inúmeras picadas. Esse aparelho não é luxo, afinal, o monitoramento à distância é qualidade de vida. É uma doença muito grave, a pessoa pode morrer dormindo por conta dos picos de glicemia. Estudos comprovam que o uso desse sensor diminuiu os casos de internação, de amputação e o uso de medicação de alto custo. É um investimento que reduz custos. O atual aparelho que o SUS oferece não faz a medição certa. Há a ausência de protocolos específicos para os diabéticos, faltam políticas integradas. Que vocês consigam mudar essa realidade: famílias e vidas precisam ser protegidas”, disse emocionada Márcia Almeida.

Extraordinária

Na próxima quarta-feira, 8, às 9 horas, ocorrerá a 1º sessão extraordinária de 2026. Cidadãos, participem, vocês fazem parte da nossa história.

Fonte: ASCOM/CMA